quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O Craque está no banco.

Quando pensamos em alguém capaz de decidir um jogo, logo nos vem à cabeça um camisa 10 ou um atacante rápido, habilidoso e com faro de gol, mas o que acontece quando o craque do time está no banco? Não, ele não está no banco por estar sem ritmo de jogo, por esta se recuperando de uma lesão ou por indisciplina, o motivo de ele estar no banco, é porque o craque do seu time é o técnico. É lógico que o técnico é uma figura essencial dentro de um time, e que muitas vezes as vitórias só são alcançadas através das suas mudanças táticas ou de seus puxões de orelha no vestiário, mas mesmo assim não dá pra colocá-lo como o camisa 10 ou aquele atacante habilidoso que falamos anteriormente. Por isso, quando clubes como Palmeiras e Atlético-MG mostram que as suas grandes esperanças são seus treinadores, algo está errado, pois mesmo com toda qualidade e experiência que esses comandantes possuem, na hora de decidir eles não poderão entrar em campo, o que deixa claro que depositar todas as fichas em alguém que fica no banco, só se esse alguém for seu gerente.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O que esperar????

Começa uma nova “Era” na seleção brasileira. Mano Menezes começa hoje a trilhar o caminho da seleção rumo a 2014 , e tendo talvez a tarefa mais difícil que um treinador já teve no comando do Brasil, pois ele terá que apagar as má recordações deixadas pelo seu antecessor, colocar o time para jogar bonito e ainda encarar a dificuldade de disputar a Copa em casa e a pressão pelo Hexa. Todo começo de trabalho e cercado por expectativas e dúvidas, mesmo não sendo a primeira opção da CBF, nem o preferido pela população, Mano chega com autoridade e méritos, agora resta saber como será o seu trabalho, como ele vai reger essas constelação de estrelas que ele tem a sua disposição. Ser técnico da seleção não é tarefa fácil, mas em relação ao material humano não há o que se reclamar, mas de nada adianta ter os melhores instrumentos, é preciso achar o músico certo para cada instrumento, por isso, é necessário ser inteligente na hora de convocar, ser inteligente na hora de conversar, e não deixar que a figura do técnico apareça mais do que precisa, para que ela não tome o lugar de quem realmente deve aparecer, o bom futebol.