O termo futebol empresa, parece ter realmente se consolidado, e transformado a mentalidade de clubes e dirigentes, que passaram de amadores a alguns anos atrás, para profissionais preocupados em desenvolver as finanças e a imagem dos times. Mas como toda empresa, os clubes de futebol necessitam de renda, que entram em seus cofres através da arrecadação de ingressos e mensalidades, do direito de tv, de alguns recursos do governo, mas principalmente dos patrocinadores e agora de Milionários que resolveram fazer dos times, seus “bichinho de estimação”. Sou favorável a visão do futebol como negócio, mas também sou defensor da manutenção da identidade e tradição, pois hoje o que vemos são clubes servindo de vitrines para interesses de terceiros, seja na venda dos seus jogadores ou de suas camisas, que mais parecem fantasias de carnaval do que camisas de clubes. Mas também existe o lado bom, que é quando o dinheiro se soma ao profissionalismo e uma boa estrutura. Recentemente temos um desses bons exemplos, o Chelsea, que depois dos milionários investimentos russos, passou de um time mediano à uma grande potência no futebol, e parece que ele terá muitos seguidores, pois a compra de clubes por Grandes e bem sucedidos empresários, príncipes e afins, tem crescido assustadoramente.. Não se pode negar que o dinheiro trazido pelos investidores somado a boa utilização desses recursos, tem dado aos atletas boas condições de trabalho e uma ótima estrutura aos times, mas o que não pode acontecer é a venda da história dos clubes, pois como diz o povo, a coisas que o dinheiro não compra.sábado, 12 de setembro de 2009
Vende-se um Clube de Futebol.
O termo futebol empresa, parece ter realmente se consolidado, e transformado a mentalidade de clubes e dirigentes, que passaram de amadores a alguns anos atrás, para profissionais preocupados em desenvolver as finanças e a imagem dos times. Mas como toda empresa, os clubes de futebol necessitam de renda, que entram em seus cofres através da arrecadação de ingressos e mensalidades, do direito de tv, de alguns recursos do governo, mas principalmente dos patrocinadores e agora de Milionários que resolveram fazer dos times, seus “bichinho de estimação”. Sou favorável a visão do futebol como negócio, mas também sou defensor da manutenção da identidade e tradição, pois hoje o que vemos são clubes servindo de vitrines para interesses de terceiros, seja na venda dos seus jogadores ou de suas camisas, que mais parecem fantasias de carnaval do que camisas de clubes. Mas também existe o lado bom, que é quando o dinheiro se soma ao profissionalismo e uma boa estrutura. Recentemente temos um desses bons exemplos, o Chelsea, que depois dos milionários investimentos russos, passou de um time mediano à uma grande potência no futebol, e parece que ele terá muitos seguidores, pois a compra de clubes por Grandes e bem sucedidos empresários, príncipes e afins, tem crescido assustadoramente.. Não se pode negar que o dinheiro trazido pelos investidores somado a boa utilização desses recursos, tem dado aos atletas boas condições de trabalho e uma ótima estrutura aos times, mas o que não pode acontecer é a venda da história dos clubes, pois como diz o povo, a coisas que o dinheiro não compra.
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